Garotas medrosas…

Vamos a cena:

“Você está em casa num sábado a noite (no boyfriend, no social life), batendo um canal básico (típico comportamento masculino), eis que surge o Massacre da Serra Elétrica.
Agoniada, automaticamente entra em pânico, sentindo seu coração pular pra garganta, a cabeça girando, sua vida passa diante de seus olhos. Você, como uma mulher forte tenta se acalmar e recuperar o fôlego, e quase que deixando o controle remoto cair de suas mãos, mas com firmeza, consegue apertar o botão para mudar de canal. Paz total, você sente que está novamente no “controle” de suas emoções. Feliz e agora totalmente relaxada você olha para a televisão com um sorriso de vitória….uma comédia romântica está no ar, e você está segura, ufaa…”

Exagerei? Calma, esse pequeno texto foi baseado em conversas com meus amigos do sexo masculino. E por mais que eu queira alfinetar os rapazes hoje, tenho que concordar que essa dramatização não é tão exagerada quanto parece.

Eu por exemplo, assisti no cinema todos os jogos mortais, degustando um delicioso e engordativo big x picanha mal passada e fritas (várias mordidas no hamburguer enquanto pessoas eram estripadas, hummm), mas não posso ver uma barata que entro em pânico, faço a subidinha da cadeira, tudo com muita classe (NOT), lógico.

Homens e mulheres vivem discutindo sobre isso, cada um joga seus argumentos e no final ouvimos que: “somos mulheres, é comum sentir medo.” Mas não me importo realmente com isso. Pois, enquanto houverem homens, que na primeira dor de barriga acham que estão com câncer intestinal (conhece o tipo frágil?), nós estaremos subindo em seus colos e gritando estéricamente: barataaaaaaaa…mataaaa!

E assim mantemos o equilíbrio do universo.

Quem quiser pode assistir a versão original de 1974 do massacre da serra elétrica, um cult extremamente aterrorizante. (assista online aqui)
E não esqueçam de segurar a mão de seus namorados/maridos nos momentos tensos, assim eles não sentirão medo. 😉

12 Thoughts on “Garotas medrosas…

  1. Amei o post !

    Na verdade lá em casa meu marido não gosto que eu assista SuperNatural KKKKK

    Mas assitirrr Jogos mortais na maior tranquilidade, longe de mim =)

    bjinhosss
    http://rosacompreto.blogspot.com/

  2. Cah .. vc arrasa como sempre
    ameiiii o post !!
    adoro filme terror , suspense … #aloca

    beijokas Lindona

    http://alineolivee.blogspot.com/

  3. Kkkk…
    Eu também sou aloka, não gosto de comédia romantica, meus preferidos são terror, suspense hahaha…
    Ah eu não tenho medo de barata, em compensação qd vejo um ratinho… Tadinho do marido kkkkk

    Bjus.

  4. Não assisto filmes assim, tenho medo! ahahahhahah

    um dia desses lembrei da nécessaire que vc comprou na lojas americana. vi um igual!

  5. Você é loooooouca de assistir jogos mortais e, mais louca ainda de comer enquanto assiste
    HAHAHAHAHA
    Eu não tenho estômago para isso, não!!!
    Mas eu gostei demais do texto!
    Os homens falam que nós somos o sexo frágil, mas quem é mesmo que sofre todos os meses com sangramentos? Quem fica 9 meses carregando algo nada pesado dentro de si?
    Quem é mesmo que sofre dores absurdas na hora de parir?
    É… pelo menos não ficamos "quase morrendo" quando pegamos uma simples gripe! HAHAH

    Beijos lindona! EU AMO O seu blog!!!

    • Eu sou louca e farofeira né? levar comida pro cinema é coisa de farofeiro hahaha!!

      Mas é verdade Veronica, a gente sofre muito mais, e medo não deveria fazer parte do nosso vocabulário, principalmente pra quem vê sangue todo mês haha!

      Abração.

  6. kkkkk adorei o post! Me identifiquei hein. Adoro filmes com sangue e morro de medo de barata.
    O final do post foi fantástico, parabéns flor!
    Beijos,
    Lili

  7. Haha valeu Lili 😉

    Abração.

  8. AMEI… AMEI… AMEI… AMEI!!!
    Adoro o seu jeito de escrever e ainda mais o seu jeito de pensar 🙂
    PARABÉNS Cah! 🙂

    bjs raquel
    @BeingRaquel

  9. Obrigada, fico muito feliz que eu consiga passar uma boa impressão com meus textos.
    Tenho sempre cuidado ao entrar em questões de comportamento, mesmo as aparentemente simples como essa.

    Um grande abraço.

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