Categorias: Comportamento

2012 o ano em que não fizemos contato

Desenho que retrata uma cena linda do filme Blade Runner.

Desenho que retrata uma cena linda do filme Blade Runner.

Imagem: Deviantart

 

 

Final de ano é a desculpa para as crises existências que temos o ano todo e as falsas promessas que nos mantém de pé e esperançosos. E em meio a uma crise me lembrei do Roy, o replicante de Blade Runner. Os replicantes foram criados pela empresa Tyrell, são idênticos a nós, tanto que só são desmascarados através de um extensivo teste psicológico. E assim como toda criação eles se voltaram contra seu criador e passaram a ser caçados e “desativados”.

Eles sangram, sentem dor, tristeza, confusão, querem mais do que ninguém encontrar o seu lugar no mundo, entender as razões do seu criador. É claro que esse cenário distópico serve apenas de fundo para um dilema real. Que diabos somos nós e porque somos?

A diferença é que um replicante tem data de validade, e por viverem muito pouco eles são quase como adolescentes, psicologicamente falando, não tem tempo pra amadurecer. Roy é assim, um menino no corpo de um homem, um vilão, se é podemos culpá-lo de alguma coisa, apaixonante.

E eu senti muito a sua frustração em relação a suas origens. Quer dizer, ele foi feito para um propósito que em nada o beneficiava (nenhum dos replicantes) e sua morte era inevitável, ele adquiriu sentimento e descobriu que tinha os dias contados. Fatos, apenas fatos cuspidos sem dó nem piedade.

Viajando um pouco me lembrei muito de Prometheus, no caso seriamos os replicantes, criados para um experimento que aparentemente não deu certo.

Isso sempre me fez pensar na raça humana, e esquecendo crenças e religiões, apenas especulando, o que será de nós quando nosso prazo terminar?

De qualquer modo, assim como Roy e seu grupo rebelde de replicantes, temos que continuar lutando, e aproveitando o tempo que temos, não podemos ser apenas sobreviventes, somos muito mais do que isso. Temos que acreditar que somos, portanto, viva, busque seu lugar, e principalmente nunca se acomode, não aceite as coisas “porque são assim”, questione.

 

Um feliz 2013 pra gente!

 

Observações:

– Não me aprofundei em alguns outros fatos do filme para não revelar spoilers (não sou linda?), mas recomendo a quem não teve ainda a oportunidade de assistir. O filme é visualmente lindo, lindo lindo, você se perde naquele clima melancólico acompanhado de uma ótima trilha sonora.

– O blog ficou nas nuvens, flutuando abandonado por quase um mês devido a problemas técnicos. Perdi a chance de fazer piadinhas infames sobre o peru de Natal e o fim do mundo. Mas por sorte já foi tudo resolvido, comprei no mercado negro um grupo de escravos que trabalhou incansavelmente para solucionar o problema.

 

O impacto dos livros e filmes de terror em nossa mente

A pobre menina só queria visitar a biblioteca proibida, ler até pegar no sono. Mas ela mora APENAS num casarão da época de 1800 e bolinha, e teria que atravessar uma porção de corredores assustadores (que alguns empregados juraram ter visto uma fantasma) na calada da noite. De madrugada, tá me entendendo?

Ela caminhava no escuro porque não poderia arriscar acender uma vela, por inúmeras razões que não vem ao caso. No meio do caminho sentiu um perfume de lírios. Ah, os lírios, malditos e aterrorizantes lírios. Ouviu passos, havia mais alguém ali, no breu total, junto com ela.

Minha leitura foi interrompida por um estranho barulho. Da minha cama vinha apenas uma meia luz do velho abajur redecorado com tema de halloween, nada mais. Mas a porta entreaberta, embora não trouxesse luz, mostrava que o corredor estava aceso e algo do mal estava acontecendo. Fiquei uns bons 10 segundos paralisada, esperando, mas o som parou. Então voltei a leitura.

Os passos se aproximavam cada vez mais de onde a menina estava, ela andava mais rápido, mas reparou que nada adiantava. Pensou que iriam colidir e ela seria descoberta, e sofreria as consequências. No meio do caminho se encaixou num vão da parede, já que não poderia nem conseguiria correr.

O som voltou, aquele estranho barulho no meu quarto. Estava quase deitada, com o livro nas mãos, de costas para a porta. Sentei e estudei o som. Vinha do corredor, e ninguém mais estava acordado aquela hora.

A coisa chegou até a menina, os passos foram diminuindo e elas ficaram praticamente cara a cara. Podia sentir a respiração de quem quer que seja, batendo em seu rosto. Isso durou algum tempo, a criatura estava desconfiada, mas a menina prendeu a respiração até quase ficar sem ar.

O barulho retornou. Aquilo me arrepiou os pelinhos do braço. Resolvi largar o livro e levantei. Caminhei devagar, como alguém que está indo de encontro à morte sem saber.

As luzes do corredor piscavam, o lustre fazia barulho, então um novo som surgiu. Algo se arrastando no corredor, não sei como, e chegou até mim, prendendo-se na minha perna com força. Podia ver a cortina do quarto que parecia possuída, se revirando. A luz do abajur apagou num estalo e outro barulho surgiu, no meu quarto agora.

Voltei correndo, bati com força na porta do quarto para abri-la totalmente, mas ela voltou-se contra mim, machucando meu rosto. Sacudi os pés tirando o que quer que fosse de cima de deles e forcei minha entrada de novo. Acabei caindo no chão. Levantei, me apoiei no batente. Quando tentei entrar pela 3° vez algo me segurou pela cintura, dei um puxão tão forte que perdi o equilíbrio e cai de novo. Me arrastei até a cama e me joguei nela. Segurando o travesseiro e minha pucca de pelúcia, olhando cada cantinho escuro tomar vida. Um estalo. No chão, ao lado da cama, algo tentava subir. Imediatamente empurrei pra longe, derrubando uma série de coisas.

Tempo depois, o coração a mil por hora voltou a bater regularmente e, tudo, claro, fez sentido.

Estrelando:
– Mariposa como: o barulho do lustre, que fazia luz tremer.
– Fio do abajur com mau contato.
– Janela aberta que virou as cortinas.
– Livro que tinha caindo ao lado da cama e eu acidentalmente confundi com algo maligno.
– Caixa de tranqueiras no corredor como: algo igualmente maligno se arrastando e caindo sob meus pés.
– Porta com uma farpa que prendeu na minha blusa e sapateira atrás da porta, que voltou no impacto na batida.

 

Fim (E pra quem pensa que minha vida não é emocionante: Eu leio).

 

Blogagem coletiva: 10 coisas que eu tenho que fazer antes de ser abduzido

Faz uns dias que, visitando o blog da Sybylla descobri essa blogagem coletiva e não resisti. E só agora consegui bolar minha lista. Então vamos lá, 10 coisas (possíveis ou não) que eu faria antes de ser abduzida:
 

 

 

 

1- Ler todos os livros da minha estante

E não estou falando só da estante física, meu sonho é zerar o skoob também. Na verdade acho que eu sairia lendo até os manuais dos meus eletrônicos (o que de certa forma eu já faço sem querer, leio até o passo a passo do Vono).

 

2- Overdose de filmes

Faria uma sessão pipoca com os melhores filmes que já vi na minha vida até não aguentar mais. Tendo ao meu lado um arsenal de aperitivos quase infinito e bebidas variadas. Até porque já serve como material para entreter os aliens, se a gente não pensar em toda aquela história de autópsia e tal.

 

3- Terminaria um GTA

Quem consegue realizar todas as missões quando você pode ficar rodando a cidade, matando pessoas, surrando mulheres de programa, irritando policiais e ganhando dinheiro fácil? Sem contar os passeios na night com o melhor carro que você pode roubar e ao som da melhor trilha sonora dos anos 80 que eu já ouvi num jogo. E nem falei das missões paralelas.

 

4- Levaria meus parentes para uma noite na mansão Belasco

Quem hoje em dia não tem problemas com parentes? A mansão é o cenário do livro Hell House, que teve uma adaptação meia boca em 1973. O filme é conhecido aqui como A Casa da Noite Eterna, mas nunca vou esquecer do livro. A história é sobre um grupo de pessoas que foi escolhido por um ricaço à beira da morte, para descobrir se existe mesmo vida após a morte, porque somente quem tem muito dinheiro pagaria por uma informação privilegiada como essa. E que melhor lugar para descobrir isso que na mansão mais antiga e mal assombrada dos EUA?

Claro que a casa é perigosa e ataca seus visitantes, mas acho que apenas uma noite não faria mal a ninguém muahahhaha….
(ou talvez algo mais inspirado em A Casa dos Maus Espíritos, do Vincent Price, ou quem sabe Jogos Mortais, são tantas ideias).

 

5- Treinamento pesado

Começaria uma rigorosa rotina de exercícios físicos (sim, porque apenas ser esbelta não é sinal de saúde), e até que eu seja abduzida uma série de coisas pode acontecer, como por exemplo o apocalipse zumbi, e eu que não quero ficar pra trás.

 

6- Passaria algum conhecimento

Não levo muito jeito para ensinar, mas eu faço de tudo para passar o pouco que sei a quem me pede. Acho que você acaba se ajudando no final das contas, explicar ou ensinar faz com que aquilo grave melhor na sua cabeça e ajuda a organizar as próprias ideias, além de fazer bem para outra pessoa.

 

7- Ao passado e avante

Tudo bem que isso é impossível até o presente momento, mas se pudesse faria uma tremenda viagem ao passado, mais precisamente ao começo dos anos 80, um pouco antes de eu nascer. Sabe, o problema de nascer em 85 é que você perde toda a diversão dos anos 80. E perai, o 1° De Volta Para o Futuro não foi lançado em 1985? Tá vendo só, perdi a semana de estreia nos cinemas.

 

8- Meditação e viagem astral

My eyes, my eyes…

Sempre quis aprender a meditar, esse lance todo de calar boca e mente e se tornar um ser humano mais calmo e equilibrado e com as ideias em ordem, nem me imagino sendo assim. Dizem que, dominando isso, a viagem astral se torna uma coisa muito fácil.

 

9- Trote dos 7 dias

Desde que assisti O Chamado pela primeira vez isso não me saiu da cabeça. Na época todo mundo brincava, até minha mãe me dava 7 dias de vida caso eu não fizesse algum favor pra ela. Ah, e tinha um toque da Samara sussurrando que faltavam os 7 dias, acho que todo mundo baixou esse toque na época. Mas o importante é atormentar alguém, talvez um ex namorado. Né? Eu acho muito mais eficaz, impactante e divertido do que dizer o que penso na cara das pessoas, de forma emotiva e descontrolada. O lance é brincar com a mente das pessoas muahahha(2).

 

10 – Moonwalker

Nada de Gangnam Style, quero ver alguém fazer o moonwalker. Sempre tive esse sonho, desde criança quando escutava os discos dos meus pais e dançava Michael Jackson descalça no tapete da sala.

 

Outras blogagens coletivas que participei:

Gosto, mas não assumo.
Meu Top 5 – Medos, anos 80, puzzles, mortal kombat e meu pobre cérebro
10 coisas que eu odeio, e talvez você também!

Meu Top 5 – Medos, anos 80, puzzles, mortal kombat e meu pobre cérebro

A Dana do ConversaCult me indicou para essa tag, onde devo criar um top 5 de coisas sobre mim. É sempre uma honra ser lembrada pelos colegas da blogosfera. E também é aquele momento de panico em que eu não tenho ideia do que falar e vou subtraindo mentalmente todos os meus gostos toscos e bizarros pra tentar parecer uma pessoa normal e descolada, e deixar minha mãe orgulhosa caso ela leia isso um dia. <3 Embora eu tenha falado sobre meu vicio por games pornográficos em outra tag. ¬¬’

“Como eu acho que é a sua reação ao ler posts de tags de coisas sobre mim que você provavelmente não tá nem ai pra saber”

Mas vamos lá:

1- Dificuldade master em me adaptar a bandas novas

Diferente da Dana eu vivo de velharias, principalmente musicais. Dizem que é coisa de quem tá chegando nos 30, não sei, nem quero pensar nisso, credo. Mas não acompanho praticamente nenhuma banda do momento, nada me interessa. E não tem jeito, tenho uma queda pelo anos 80. A verdade é que eu sai dos anos 80 mas ele nunca saiu de mim.

Nota: se eu fosse em uma festa a fantasia com certeza roubaria o look do Freddie Mercury de empregadinha safada.

2- Meu cérebro é um grande fdp!

Eu praticamente não durmo, bebo tanto café que as vezes tenho alucinações, – o que explica os meus contos vergonhosos – as vezes cismo que vi duendes quando não passavam apenas de sombras das minhas cachorras se aproximando do meu quarto, mas sei lá. Falo coisas que não lembro depois, discuto com pessoas ignorantes sem ter a menor noção do que estou dizendo, só pra sair por cima. Durmo jogando vídeo game, acordo, começo a jogar do ultimo save, durmo/morro, acordo, volto ao ultimo save que era o mesmo de quando eu peguei no sono pela primeira vez, e assim sucessivamente. O que equivale a zerar o jogo umas 3 vezes. E essas são apenas algumas pequenas falhas de sistema.

3- Playlist do Mortal Kombat

Eu tenho uma playlist com as faixas de todos os filmes, sons dos jogos e tema dos personagens. Sempre em atualização. Minha preciosidade, além de várias pérolas que são remix do tema do 1° Filme. Até em rap:

4- Puzzles

Eu só acho sentido nos puzzles. Palavras cruzadas, criptograma, logic pix, caça palavras e sudoku. Além disso é o meu maior momento de relax seguido de jogos e livros. Em casa é um hábito de família fazer puzzles no banheiro, temos até um banquinho posicionado estrategicamente com as revistas e uma caneta encima, não tem quem não resista, por mais estranho que pareça.

5- Filme de terror VS Vasculhar embaixo da cama antes de dormir/ desviar de espelhos e andar olhando pra trás

Acho que é uma doença isso, se não é deveria ser. Uma fobia, um tipo de toc talvez. E ai quando vou andar pela casa escura de madrugada me sinto a garota do exorcista tentando fazer um 360 com o pescoço sem mexer o resto do corpo, só pra espiar rapidinho as minhas costas e ver se não tem nenhum diabinho ou exu grudado em mim, com direito a tremores excessivos ao sentir uma corrente de ar. Só penso ” fodeu, jesus” O que é uma vergonha porque eu conheço praticamente todos os clássicos de terror e estou familiarizada com o gênero desde criança.

Nossa, mas tá uma vergonha esse top 5. Acho que algumas coisas deveriam ter ido pra tag “Gosto mas não assumo.”

Dana, valeu pelo convite. Ah, e qualquer pessoa pode participar também, mesmo não tendo blog. Pra se informar melhor dê uma lida neste post que o pessoal do Conversa Cult explica tudo.

Gosto, mas não assumo

Essa é uma postagem coletiva. A ideia é do Volta Mundo Blogueiro, que quer saber daqueles nossos segredos que nos sentimos constrangidos em revelar assim, na lata. Vou contar os “menos piores”, vamos lá:

Eu gosto de violência

Essa, definitivamente não foi uma luta limpa ;)


Cresci a base de cereal e Mortal Kombat, obvio que violência e sanguinolência tem um lugar todo especial no meu coração. Seja em livros, desenhos, jogos, imagens ou filmes. Porradas, chutes no saco e quebra queixo (gancho, golpe clássico do mortal kombat <3), dentes arrancados no murro ou joelhada, crânios partidos ao meio, ah, e vísceras voando por todo lado. Só não curto filmes envolvendo apenas tortura desenfreada com o único objetivo de chocar(nunca me agradou), o que é irônico, porque por mais que eu diga isso as pessoas não acreditam em mim. Como no dia que uma pessoa me disse "olha, tem um filme em que a mulher é violentada, torturada e morta, você vai amar Cah". Pois é, pra sociedade eu sou um monstro e ponto. ps: O Albergue por exemplo, só valeu o 2° filme pela cena das crianças jogando futebol com a cabeça da malvadona do filme. Um belo trash.

Eu adoro jogos pornográficos

Os 7 pecados capitais, hum…


Pausa para rubor das minhas bochechas. Morro de vergonha (senti vergonha por muito tempo, não mais haha), mas eu vivia procurando por joguinhos pro PS2, como o 7 Sins por exemplo, entre outros. Podia ficar dedando naquele X do controle o dia todo, se é que me entende. Mas nunca comentei com ninguém.

Eu não odeio romance

Cena do filme “Um corpo que cai”.


Mas neguei a vida toda, alias, a minha reputação se criou em cima disso. Mas eu não odeio formas de expressar sentimentos, seja através de livros, filmes ou na vida real. De certa forma, eu vejo em filmes ou livros românticos aquilo que não sou, e cujos sentimentos tenho certa dificuldade em transparecer. Me incomoda, é como se eu estivesse dentro do filme Jogos Mortais, sendo que o único meio de sair da sala não é cortando o pé com uma serra e sim sendo obrigada a fazer uma declaração de amor pra alguém. E prezando sempre pela lógica e bem estar da nação, crises sentimentais agudas ou rasgação de seda não fazem parte da minha vida, não é como eu funciono. Não é minha área, não é minha praia, não manjo, saca?
Avaliar o terreno, ter consciência dos meus verdadeiros sentimentos e saber o que eu espero deles são só alguns dos itens que levo em consideração antes de cogitar a possibilidade de levar algo adiante. O romance, pra mim, está ai – acredite se quiser – em conhecer manias e paixões de pessoas interessantes, aprender a conviver, aceitar o que considero um defeito e no final sentir que estou no caminho certo, enquanto seguir na direção dele. Nesse processo ambos trocamos essa experiencia, e não é difícil deduzir por pequenos gestos o quanto um atingiu o coração do outro. Sentimentos fazem parte dos inúmeros mistérios da vida, e existem tantas outras formas de demonstrar, essa é a minha. Por isso meu desapego com esse tipo de material meloso que vemos por ai, o que sempre fez as pessoas acharem que eu era anti romance.

Pretty Little Liars

Vocês são tão, tão…tão perfeitas, argh!


Nunca escondi de ninguém que eu acompanho essa série teen. O que ninguém sabe é que não é apenas pelo mistério que envolve uma morte na série. Eu simplesmente adoro acompanhar patricinhas adolescentes siliconadas que já sabem dirigir antes dos 17, possuem carros caros, roupas de grife, não tem espinhas nem pele oleosa, são populares e vivem reclamando da vida quando se encontram naqueles pubs super descolados e tomam um delicioso café. E eu só fico pensando em como elas são fúteis, periguetes e não tem estilo, com aquelas combinações coloridas e exageradas demais. Puro recalque.

Eu uso Crocs…BRINCADEIRA.

Esse foi o Ideias Coletivas – Volta, Mundo Blogueiro!
E você? Conte-me os seus segredos sórdidos. Pode me contar qualquer coisa, contanto que não envolva um corpo sem vida morando no seu freezer. E quem quiser também pode participar da postagem coletiva, é só seguir as instruções lá no blog do volta mundo blogueiro.